quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Como surge o sexto sentido feminino

Indo pra escola. Em outro dia, sem casaco.

Hoje, 27 de agosto de 2014, estava arrumando Rosa para ir à escola e ela insistiu em colocar um casaco. A janela aberta mostrava que o sol já alto, e eu argumentei, em vão, que não precisaria já que estava calor.

 No meio disso tudo e já atrasados, eu me rendi ao seu capricho (quem nunca?) para assim poder sair logo. Mas não é que assim que pisamos o pé fora do apartamento estava ventando, nublado e começando a chuviscar? O sexto sentido de Rosinha começa a surgir.

 Mulheres e seus dons, mesmo as pequenas, nunca deixam de nos surpreender.

quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Retrospectiva 2012



2012 passou e se para nós jovens/adultos muitas vezes parece mais um ano, na vida de um bebê um ano é uma enormidade de tempo. Com a nossa Rosa não foi diferente. O bebê que começou 2012 no colo, engatinhando e balbuciando poucas e desconexas palavras já anda, dança, fala, escolhe o que quer comer, faz birra, acaricia e continua no encantando.

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Doulas aumentam a infecção hospitalar? Conte-me mais sobre o lucro das cesarianas

Salve galera! Estamos com o blog parado por que a vida tá bem corrida! Mas temos engatilhados alguns posts que devem sair logo (assim espero).

Agora o papo é rápido e reto, pois duas maternidades paulistas estão proibindo o acesso a Doulas no parto para diminuir a infecção hospitalar.




quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Palmadas, pais/mães e filhos(as): O seu perdão não justifica a violência


O dia 19 de novembro é o “Dia mundial pela prevenção da violência doméstica contra a criança” e para não deixar passar em branco essa data os blogs a Cientista que Virou Mãe e Mamíferas convocaram uma blogagem na qual estamos participando[0].

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Consequências da criação com apego

 
Você conhece o conceito de criação com apego? Esse conceito vem do inglês "attachment parenting" e significa buscar cuidados com os filhos de forma que eles encontrem um ambiente confortável, carinhoso e saudável para seu desenvolvimento.

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Postagem Coletiva: VIOLÊNCIA NO PARTO - A VOZ DAS BRASILEIRAS

Mamães e papais estamos participando de uma blogagem coletiva sobre violência obstétrica junto com outros blogs, assim como participamos de uma pesquisa com o mesmo tema.

Para quem ainda não sabe do que se trata, a violência obstétrica é todo a violência física e psicológica que a gestante sofre durante a gravidez e, principalmente, durante o parto. Ela se manifesta desde intervenções "médicas" obsoletas e desnecessária como a episiotomia até a clássica piadinha infame "na hora de fazer não tava chorando...".

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

[Reblog]O que toda mãe/pai deveria saber antes de oferecer chupeta ao seu filho


Reblogo (a internet e seus neologismos) um texto muito bom sobre o uso da chupeta e bicos artificiais em geral (sobretudo mamadeira).

O texto vem do blog "Nossa Família Colorida" o qual recomendo integralmente.

Boa leitura!

terça-feira, 11 de setembro de 2012

Salto de crescimento

Adora piscina e já está aprendendo a nadar
O crescimento de um bebê é marcado por saltos ou picos que são facilmente identificados (pelo menos em Rosa), no seu primeiro ano de vida a característica observável desses saltos era uma sono maior e uma fome de leoa, para quem não convivia com ela notava por meio de um aumento de altura rápido.

Após um ano, essas características se mantiveram mas o desenvolvimento cognitivo e motor se manisfestam também por formas de saltos, assimo foi quando ela andou sozinha pela primeira vez, nos seu relacionamento conosco e no desenvolvimento da fala.

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

1 ano com o primo Lucas


Hoje é um dia especial, niver do primo Lucas! Baianinho, meu primo nasceu em uma ótima época do ano, entre o niver do Vasco e o da vovó Silvia.

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Em defesa da cesariana - Sobre a marcha pela humanização do parto



Quem nos conhece e/ou lê este blog pode ter se assustado com este título, mas é isso mesmo estamos aqui para defender a cesariana. Defendemos a cesariana quando ela for realmente necessária, quando for utilizada para salvar a vida da mulher e/ou do bebê. Neste caso a cesariana é uma benção que a medicina desenvolveu.

quinta-feira, 26 de julho de 2012

Marcha pela humanização do parto

A maior emoção da minha vida foi ver o parto de Rosa e só tive essa emoção por que tive acesso a sala de parto, mas só tive esse acesso por que paguei, se não me falha a memória, R$80,00 e o hospital era particular.

sábado, 9 de junho de 2012

Alimentação: Antes e depois – coisas que projetamos para a criação de Rosa

Estes textos são um checklist sobre a experiência que tivemos ao tentar (e até agora conseguir) dar uma criação saudável a Rosa. Nem tudo que projetamos foi cumprido, mas nada que comprometesse em termos globais. Não vamos fazer um único texto para não ficar cansativo, por isso será uma “série” que começa com alimentação.

Espero que eles ajudem a pessoas que também querem dar uma criação saudável aos seus filhos e que nos tragam novas ideias e experiências.

quarta-feira, 9 de maio de 2012

O parto entre dor e sofrimento



http://amandagreavette.blogspot.com.br/
Dor e sofrimento não necessariamente se identificam.  
Vamos pensar a dor como um fato do corpo e o sofrimento como um fato da alma.

O parto dói (em medida diferente para cada mulher), mas não é necessário que seja um momento de sofrimento, de stress psico-emocional. A dor física do parto pode ser encarada e aliviada com diversos métodos não invasivos que dão bons resultados:




sábado, 5 de maio de 2012

Contrações: o que são e para que servem


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http://amandagreavette.blogspot.com.br/
Como o próprio nome diz, contração significa que algo está se contraindo, e o órgão que se contrai é o útero.      

Ele tem um formato semelhante a uma bexiga de aniversário e em seu interior fica o bebê. O lugar onde damos o nó na bexiga corresponde ao colo do útero e o ar do interior da bexiga corresponde ao líquido amniótico. Assim como bexiga de aniversário é feita de um material plástico, o útero é feito de um músculo bem resistente, que se contrai para empurrar a cabeça do bebê contra o colo do útero e assim fazer com este se abra (dilatação) para a saída do bebê.
Na maioria dos casos, o trabalho de parto começa suavemente, com contrações pouco fortes e cujo desconforto pode ou não estar presente. As contrações ocorrem em intervalos de 15 a 20 minutos e duram entre 15 a 20 segundos. Esta é a fase latente que muitas vezes deixa a gestante em dúvida se já está ou não em trabalho de parto. Esta fase se caracteriza pela presença de contrações uterinas irregulares quanto à intensidade, ritmo e duração e a dilatação do colo encontra-se até aproximadamente 3 centímetros. Nessa fase a gestante responde bem a medicações analgésicas.

quarta-feira, 2 de maio de 2012

Etiqueta de visita a recém-nascidos e puérperas!!


Sei que um novo bebê na família é um acontecimento mais que especial, mas por ser assim cabe muita sensibilidade e bom senso. Por isso trouxe aqui algumas regras que devem ser levadas em conta diante desse momento novo na vida de todos, especialmente mãe e bebê!! Lembre-se que a melhor forma de demonstrar carinho e solidariedade é respeitando esse primeiro contato entre mãe e bebê que requer privacidade e um ambiente calmo.

quinta-feira, 8 de março de 2012

Teste da Violência Obstétrica - Dia Internacional da Mulher - Blogagem Coletiva


Atualmente o modelo padrão de atendimento e cuidados no parto expõem as mulheres a quatro tipos principais de violência, durante sua internação: negligência; violência verbal (incluindo tratamento rude,
ameaças, repreensão, gritos e humilhação intencional); violência física (incluindo negação de alívio da dor quando tecnicamente indicado); e violência sexual. (Ana Flávia Pires Lucas d’Oliveira, Simone Grilo Diniz, Lilia Blima Schraiber. Violence against women in health-care institutions: an emerging problem. Lancet 2002; 359:1681–85).

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Amamentação

Rosa está próximo aos 10 meses e há quem pergunte se ela "ainda" mama. Como assim ainda mama? Parece que estamos fazendo algo errado ou muito estranho, pois é, o tom das pessoas é de surpresa e até estranheza. Eu acho estranho é quando bebês são desmamados com 2, 3 e até 4 meses ou bebês que nunca mamaram. Vejam bem: acho estranho. Entendo que muitas mulheres têm seus motivos, quem sou eu para julgar? Mas daí julgarem porque eu amamento e ficarem com ironia pro meu lado... me poupem e se poupem! Absurdo é uma média de 54,1 dias de aleitamento materno. Existem casos RAROS que a mãe não pode amamentar, mas a maioria pode e deve amamentar por quanto tempo quiserem (a mãe e o bebê).

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Os dentinhos!!!

Rosa sempre aceitou bem os alimentos sólidos em sua alimentação, fazia a carinha mais linda do mundo ao mastigar (sem dentes, ainda) as frutas e verduras. Mas, de repente, começam a apontar os primeiros dentes, os primeiros a habitar a boquinha mais linda da nossa pururuca esse é um apelidinho que a mamãe inventou e segue com sucesso e ela pára de comer como de costume... 

Ainda bem que ela ainda mama muito, penso eu, pois se ela não mamasse, o que ela comeria diante de tanto incômodo nas gengivas? Além de perceber que as mamadas dão um alívio ao desconforto, seja pelo aconchego, seja pelo estímulo à gengiva que alivia a "coceira", inclusive ela me deu umas belas "mordidas", ainda sem dente ainda bem para tentar extravasar a "coceira", que seguida de uma boa conversa e afastamento por alguns minutos do peito serviram para tirar esse possível hábito. 

Primeiros dentinhos de Rosa
Bom, os primeiros a nascer foram os incisivos centrais inferiores (esses da foto ao lado)... E até que nem trouxeram muitos efeitos colaterais, percebi foi um bom incômodo uns 2 dias antes da descida dos dentes, fora a falta de apetite por sólidos. Mas os incisivos superiores deram um trabalho à parte, esses trouxeram febre e manchas na pele, além do desconforto... eles ainda não desceram, mas já deixaram por enquanto minha Rosinha em paz. E não é que ela voltou a comer tranquilamente após essa história toda de dentes nascendo.

Bom, tiramos mais uma lição: crescer tem suas dores, mas é um processo muito gostoso de se acompanhar e cuidar!!!


E viva os dentinhos!!!
Toda alegre exibindo seus primeiros dentinhos 

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

A dor do parto é o problema?

Por Renata Olah em 23/06/2010

Hoje, em resposta a uma pessoa que disse que tem medo da dor do parto, redigi um texto sobre isso que quero compartilhar aqui com vocês.....
Deem suas opiniões!!

Você diz que o grande problema do PN é a dor, certo?
Uma dor que não é contínua (e sim cíclica, que vem em ondas, começa devagar, atinge um ápice e depois diminui desaparecendo até o próximo ciclo).
Uma dor que tem hora para começar e hora para acabar.
Uma dor que existe justamente para você saber que algo natural, normal e bonito está acontecendo com você e seu corpo (ou seja, não é uma dor "ruim", dor de doença, de patologia, que você não sabe quando irá acabar)
Uma dor que além de trazer consigo um bebê, te traz também muitas reflexões sobre o passado, presente e futuro. Uma dor que te faz crescer e nascer junto com seu bebê.
Uma dor forte, intensa sim.... como um grande abraço de despedida que seu corpo dá ao seu bebê, afinal depois de 9 meses juntos eles irão se separar para sempre.... e uma separação tão intensa como essa, realmente merece muitos abraços apertados.
Uma dor que te prepara para todo seu futuro, pois superando-a a sensação que fica é a de missão cumprida, de orgulho, de força, de bater no peito e dizer "pqp, eu sou foda mesmo!".... rs.... e acredite, depois disso a mulherada tem a sensação que elas podem tudooo!

Será que essa dor é tão ruim assim?????

Será que é preferível abdicar dessa dor natural para ter uma dor pós-operatória? Uma dor de tecido cortado, mutilado, costurado? Uma dor controlada com analgésicos (que passam para o leite!)? Uma dor que te faz ficar com gases, com medo de tossir, de andar, de erguer o corpo e que muitas vezes, dificulta os cuidados com seu próprio bebê? Uma dor que você não sabe quando vai acabar? E que pode vir acompanhada de várias outras coisinhas como infecção, ponto que abre, etc?

Será que é medo da dor ou medo de si mesma? Medo de seus instintos que você não conhece? Medo do comportamento que vai ter? Medo de gritar, de gemer, de estressar? Medo das dores emocionais que vai causar? Medo do que vão pensar? Ou é medo de falhar?

E porque tanto medo? Porque se importar tanto? Parto não é um momento de se conter, de se fechar e sim de abrir, de gemer, de gritar, de ser você mesma pura e simplesmente. Só você. E não há nenhum mal nisso!!!!

Sabe, minha intenção não é ser xiita, radical, pensar só em PN e blá blá blá..... E sim tentar fazer as mulheres olharem a situação sob outro ponto de vista!!

Nós oferecemos nosso corpo, nossa gestação, nosso parto, nosso filho para a Medicina. Não seria ela que teria que se oferecer para gente? Porque não confiamos mais em nós mesmas, em nosso corpo e nos processos fisiológicos que nos regem há milhares de anos? Porque preferimos aceitar as tecnologias que tentam simular a ação de Deus, que tentam consertar processos que não necessitam de consertos? E porque valorizamos tanto essas tecnologias?

Parir é um processo fisiológico! Como respirar, comer, andar, fazer cocô, fazer sexo............ porque não deixamos os outros interferirem nesses processos, mas deixamos que interfiram no nosso parir?

É realmente algo que temos que pensar!

A dor existe. É fato. Então, deixe ela vir. Consinta e sinta. Se abra. Relaxe! E deixe a natureza agir!!!!

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Seis razões para esperar seis meses para introduzir alimentos


1. O Intestino do bebê precisa estar desenvolvido


Os intestinos são a parte do corpo que filtra, peneirando as substâncias potencialmente perigosas e permitindo os nutrientes saudáveis. Nos primeiros meses, esse sistema de filtração é imaturo. Entre 4-6 meses o revestimento interno do intestino do bebê passa por um processo de desenvolvimento chamado fechamento, onde o revestimento se torna mais seletivo sobre o que pode ou não passar. Para prevenir que comidas potencialmente alergênicas entrem na corrente sanguínea, os intestinos maturando secretam IgA, uma proteína imunoglobulina que age como uma proteção, recobrindo os intestinos e prevenindo a passagem de alérgenos perigosos. Nos primeiros meses, a produção de IgA é baixa (embora tenha muito IgA no leite humano), e é mais fácil assim para que potenciais alérgenos entrem no organismo do bebê. Uma vez que moléculas de comidas entram no sangue, o sistema imune pode produzir anticorpos contra aquela comida, produzindo uma alergia ao alimento. Por volta de 6-7 meses de idade, os intestinos do bebê estão maduros e capazes de filtrar os alérgenos mais ofensivos. Por isso que é tão importante esperar a introdução de alimentos sólidos particularmente se existe uma história de alergia alimentar na família do bebê, o que demonstra uma tendência do bebê desenvolver alergias também, e prestar muita atenção quando oferecer os alimentos aos quais outros membros da família são alérgicos.

2. Bebês jovens tem reflexo de propulsão da língua

Nos primeiros quatro meses a língua tem um reflexo de propulsão para proteger os bebês contra engasgo. Quando qualquer substância incomum é colocada na língua, automaticamente empurra para fora e não para dentro. Entre 4-6 meses de idade esse reflexo diminui gradualmente, dando ao primeiro cereal ou fruta uma chance de entrar no estômago e não ser rejeitado pelo reflexo da língua. Não somente essa parte inicial do trato digestivo (língua, boca) não está pronta para sólidos, como também a parte final (estômago e intestinos) também não estão “prontos”.

3. O mecanismo de engolir do bebê é imaturo

Outra razão para não ter pressa na introdução de alimentos sólidos é que a língua e o mecanismo de engolir podem não estar prontos para funcionar juntos. Dê uma colher de papinha a um bebê com menos de quatro meses, e ele vai mover essa comida ao acaso em sua boca, empurrando um pouco da papinha de volta a faringe onde é engolida, um pouco vai para espaços grandes entre as bochechas e gengivas, um pouco vai pra frente entre lábios e outra para o queixo. Ou seja, o bebê não tem um bom controle da mastigação e a direção para engolir, o que vai ser desenvolvido entre 4-5 meses de idade. Nessa fase o bebe desenvolve a habilidade de mover a comida do começo da boca para o fundo ao invés de deixar a comida flutuar em todo lugar e cuspir boa parte disso. Antes dos quatro meses de idade, o mecanismos de engolir do bebê é feito para trabalhar com sugar, mas não mastigar.


4. Bebês precisam ser capazes de sentar

Nos primeiros meses, os bebês associam comida com carinho. Se alimentar é uma interação íntima, e bebês frequentemente associam o ritual de comer com pegar no sono nos braços ou no peito da mãe. A mudança de um peito suave e morno para uma colher fria, dura, pode não ser bem vinda com uma boca aberta. Dar papinhas ao bebê é uma maneira mais mecânica e menos íntima de “entregar” comida. Requer que o bebê sente num cadeirão de comer, uma habilidade que a maioria dos bebês desenvolvem por volta de 5-7 meses. Segurar um bebê na posição tradicional de mamar não é a melhor maneira de introduzir papinhas, porque seu bebê vai achar que vai ser amamentado e vai achar que algo estar errado e vai provavelmente rejeitar a comida.

5. Bebês novos não são capazes de mastigar

Dentes raramente aparecem antes de 6-7 meses, outra evidência forte de que os bebês muito novinhos são designados para sugar e não mastigar. Nos estágios pré-dentes, entre 4-6 meses, bebês tendem a babar, e a saliva que ele baba é rica em enzimas, que ajudarão a digerir as comidas sólidas que virão em breve.

6. Bebês com mais de seis meses gostam de imitar pais ou quem cuida deles:

Por volta dos 6 meses de idade, bebês gostam de imitar o que vêem. Eles vêem você comer um legume e curtir mastigar isso. Eles querem pegar um garfo e fazer o mesmo.

Por Andreia Mortensen
Moderadora do GVA – Orkut/Facebook